:: Parte 2 – O Sol Quando Nasce (Não) é Para Todos ::

Chamam-lhe as "zonas sombra", onde o sinal de TDT é inexistente ou insuficiente, e é caso para dizer que o concelho de Porto de Mós, no que toca à TDT, está bem "assombrado".
Quando no próximo dia 13 de fevereiro ocorrer definitivamente o apagão que se aguarda para os emissores analógicos que chegam a estas zonas (exceção para quem receba emissão do Montejunto até 26 de abril), será caso para perceber que o sol quando nasce nem sempre é para todos.
Como explicar, ou melhor, aceitar, que um morador que se prepare para fazer a migração de sinal para TDT, mesmo supondo que já possua equipamento (televisores/antenas) adequados para tal, para o fazer tenha um custo obrigatório acima dos 100,00€ (relacionados com a aquisição e instalação de equipamento satélite), quando poucos quilómetros ao lado um outro morador, fora das zonas sombra, pode não ter qualquer custo caso os equipamentos necessários para a migração de sinal que possui sejam adequados?
Ou ainda que os equipamentos não estejam adequados para a receção de TDT - que é a situação mais comum nesta fase - o certo é que a diferença entre a ligação normal terrestre, e a sua alternativa via satélite para as zonas sombra, sofrem disparidades nos custos e limitações impostas (apenas 3 receptores satélite por residência) que serão sempre bastante relevantes, não obstante serem anunciados alguns apoios e exceções para alguns casos.
Pior ainda é que isto seja imposto às populações sem receberem nada mais em troca para além dos mesmos 4 canais conforme já os conhecemos.
É certo que a qualidade de som e imagem agora disponibilizados estão inegavelmente melhorados, mas não era esta a grande revolução que a TDT prometia. Não era esta a imposição que se exigia. Foi antes e até agora uma oportunidade perdida.
A migração de emissão analógica para digital deveria significar um enorme aumento na oferta de canais e conteúdos gratuitos para toda a população. É isso que tem acontecido na maioria dos outros países, constatando-se que mais uma vez Portugal coloca-se na cauda da Europa como sendo o país com menor oferta de canais em TDT, segundo o Observatório Audiovisual Europeu.
Atualmente, o espetro disponível já permitia pelo menos mais 5 canais para além dos existentes e após o switch off final agendado para 26 de abril, disponibilizadas as frequências agora ocupadas pela emissão analógica, torna-se tecnicamente viável o aumento dos mesmos para bem mais do que isso, assim haja vontade.
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Paulo Jerónimo
(Publicado na edição do jornal 'O Portomosense' 2.fev.2011)
:: Parte 1 – Do Palavrão ao Apagão ::

A preocupação e curiosidade hoje são comuns a quase todos os cidadãos, mas recuando no tempo, estaríamos algures pelo ano de 2003 quando, pelas revistas da especialidade, aos leitores aficionados da área de Produção Audiovisual se nos apresenta definitivamente a TDT como uma realidade que era para avançar, num processo que se queria célere segundo o nosso governo.
Deliberado pela União Europeia, a ordem é de um apagão, conhecido pelo “switch off”, das transmissões televisivas no modo analógico, em todos os países membro.
Portugal apresentou-se na altura como um pretenso candidato ao pódio, tendo em conta que, a cumprir as primeiras datas estimadas e avançadas, teríamos sido o primeiro país da Europa a migrar do sinal sexagenário analógico, que ocupa uma imensidão de frequências e da quota de espetro disponível para a transmissão de dados, acabando por inviabilizar de grosso modo o expandir que a galopante era tecnológica dos anos 2000 impunha, sendo nomeadamente a 4ª geração de telecomunicações móveis, o mais flagrante exemplo em disputa.
Mais do que o entusiasmo da ambição precipitada de calendarização pelo executivo governamental, era sobretudo com desconfiança, perante uma flagrante sofreguidão mal gerida e “desgovernada”que os mesmos profissionais encaravam o futuro. Infelizmente comprovou-se estarem certos…
Da atabalhoada intenção inicial, à final conclusiva que por estes dias os portugueses vivem “in loco”, confrontados com o desmando agora também do desliga/não desliga recalendarizado - no caso dos emissores que servem o conselho de Porto de Mós tendo sido o apagão adiado em mais um mês, para o próximo dia 13 de Fevereiro - todo este processo de implementação da TDT em Portugal sempre foi executado por linhas pouco retas.
Ao invés, é convicção de imensos críticos que tais linhas orientadoras foram sendo sobretudo meticulosamente traçadas a “regra e esquadro, por vezes com recurso ao compasso, de tão obliquas, ou perpendiculares, também paralelas, resumindo: enviezadas.
Não se podem deixar de perceber os lóbis e tremendos interesses que o processo de implementação de TDT em Portugal agitou, bem como tristemente, não se pode deixar de perceber como uma oportunidade que na maioria dos outros países resultou em mais valia e sucesso para os seus cidadãos, que em Portugal apenas resulte em “mais do mesmo” (4 canais), engordando os mesmos de sempre, sendo o processo de migração, em boa parte, custeada pelos próprios cidadãos.
Como consequência direta para o nosso conselho destes imbróglios, verifica-se que basicamente as nossas zonas serranas, a excepção de Serro Ventoso e Alqueidão da Serra não estão nem estarão cobertas pelo sinal de TDT, ou a existir, o mesmo é tecnicamente deficiente e inviável, sendo que a solução acaba por ser adquirir equipamentos satélite inflacionando altamente os custos já de si injustos quaisquer que eles fossem, para fazer a migração.
Continuaremos o tema e com dados mais concretos e várias curiosidades, na tentativa de mais alguns esclarecimentos, nas próximas edições do jornal “O Portomosense” .
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Paulo Jerónimo
(Publicado na edição de 19.jan.2011)
A pretexto da contrução caseira duma Estação de Trabalho para Aplicações Graficas para o meu *puto*, no 2º ano do Curso de Técnicas Multimédia.
Como vês, mon ami Nunô , já não tens desculpas: Não tem nada que saber :-)
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Paulo Jerónimo

Já é percetível para os leitores do Cosméticas que não aceitamos nem toleramos o rótulo de "ninfomaníacos" atribuido a muitos dos utilizadores da plataforma Facebook (FB) , pelo que dissipando qualquer dúvida passa-se a explicar:
Repugnável, é no mínimo como se pode entender a atitude pseudo moralista que a plataforma toma, e à força impõe, ao banir contas de utilizadores que a toda poderosa FB entenda terem violado os seus conceitos éticos / morais na eventualidade de um user ter transigido a ténue fronteira facebokiana de quem lá coloca publicações de cariz mais ou menos sensual, erótico ou sexual. A questão é essa mesma: a fronteira definida por uma "lei cega", que à minima "pouca vergonha" que entenda algo ser, atira com tudo ao lixo, tipo agência de rating.
Por menos não se pode intrepretar tal atitude da FB - tendo inclusive em conta os "tempos supostamente evoluídos" que correm - de que como estando nós presentes perante a «Madre FB», ou se preferirem uma nova "Big Sister" contemporânea, a antítese de seu irmão mais velho o "Big Brother".
Esta Madre FB, a Big Sister dos tempos modernos, para além de que tudo espia, escrutina, "bufa" prá rua, ou cujos peidos todos de quem lá anda calhandra com as vizinhas da sacristia - também censura à mínima sem vergonhice, tratando subtilmente seus utilizadores como verdadeiros ninfomaníacos.
Não é o direito à proteção das mais frágeis suscetibilidades de quem frequenta a rede que questionamos nesta atitude, antes, a questão é a forma como a Big Sister Madre FB censura radicalmente nesse aspecto os seus utilizadores, como se de lixo se tratassem, pessoas e conteúdos que, segundo a Madre FB, prevariquem.
A questão começou a ganhar dimensões amplamente questionáveis para nós, Cosméticas, com este episódio que "denunciamos" há vários meses aqui.
Entretanto, recentemente, a indignação e mensagens correram entre os amigos facebokianos da user Paula Gaspar, entre os quais me incluo e com quem estou plenamente solidário.
Esta utilizadora da rede social viu a sua página de cariz comercial, a Just Only - que se dedica a promover "produtos inovadores" - artigos eróticos e sensuais - ser banida da rede, estando atualmente de novo disponível aqui , tendo corrido uma ampla mensagem de pedido de apoio no sentido de informar e preencher um questionário para a Big Sister Madre FB onde onde explicavam vários que não, não era isso, o que se na sua mente facebokiana poluída e cheia de macaquinhos com teias de aranha de Madre Superiora, se tratava.
Portanto, medo, muito medo com a Pide Facebokiana! Eles andam aí... Muah, ah, ah, ah!
Mas então ó Mister, porque não retiras a tua conta de lá como forma de protesto, já que te queixas e discordas tanto daquilo? Poderão perguntar alguns...
Okay, eu confesso: Este Sermão das Oliveiras todo mais não foi que arranjar uma desculpa toda pomposa para legitimar e conspurcar a net com mais esse vídeo final aí, literalmente um "Tesouro Enterrado" descoberto aqui há dias e parece ser tido como o primeiro de todos os filmes de desenho animado porno o "Buried Treasure".
Hilariante! E que rebentava a escala de "Gostos" no Facebook, rebentava...
Este post pode ser lido na continuação de Facebook : Censura não rima com Arte
Paulo Jerónimo

Até dia 9 de Janeiro 2012, o Grand Palais, em Paris, apresenta uma história do jogo vídeo.
Foi preciso esperar quarenta anos para que se reconhecesse uma história cultural, gráfica e estética dos jogos vídeos.
Mas nem todos vêem, pacificamente, esta retrospectiva exposta ao lado de obras de Cézanne, Picasso, etc..
Fonte: Médias fr.
Nuno

Após o sucesso de bilheteira que foi Avatar tomei conhecimento do artigo de Walter Murch, descrito como o "designer" e editor de som mais respeitado no cinema moderno.
Walter Murch, vencedor da academia de Oscars, é responsavel pelo desenvolvimento e introdução do sistema de som em canal 5.1 que revolucionaria o cinema elevando-o para um novo patamar a titulo sonoro, e basicamente na sua carta enviada a o 3D nunca singrará. Segundo o texto de Roger Ebert:
"Recebi uma carta que encerra, em meu entender, a discussão sobre 3D. Ele não funciona com o nosso cérebro e nunca Singrará.
A noção de que somos convidados a pagar um prêmio para testemunhar uma imagem inferior por inerência de nos confundir o cérebro é ultrajante. O caso está encerrado."
Na sua carta Murch explica, numa argumentação técnica, as dificuldades e questões que eu proprio me colocava ao assistir ao 3D, sem resposta para elas. É que ao longo dos anos, até hoje, o 3D sempre me gerou o desabafo de: "Isto soa a falso".
Passamos a traduzir a carta de Walter Murch à Roger Ebert, onde as inserções introduzidas em parentesês rectos são de minha responsabilidade, complementando o que entendo ser a interpretação da argumentação original do autor.
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| Walter Murch |
"Olá Roger,
Eu li sua opinião sobre o "Green Hornet",
e embora não tenha visto o filme, concordo
com seus comentários sobre 3D.
A imagem 3D é escura, como menciona,
e pequena. De alguma forma os óculos
"reúnem-se com" a imagem - mesmo em uma
tela Imax enorme - e ao olhar-se sem óculos,
a imagem aparece a meia distância.
Eu editei um filme 3D na década de 1980,
"Captain Eo", e apercebi-me que o movimento
horizontal estroboscópico ocorre muito mais
cedo em 3D do que em 2D. Isto era verdade
na época,e ainda é verdade agora. Tem algo a ver com a quantidade de energia do cérebro dedicada a estudar as bordas das coisas. Quanto mais conscientes estamos das bordas, mais depresa um efeito estrábico [desalinhamento/desfoque] salta à vista.
O maior problema com o 3D, porém, é a "convergência / foco" associada. Um par de outras questões , tal como a escuridão e a "pequenez", são pelo menos teoricamente solucionáveis. Mas o problema mais profundo é que o público deve focar seus olhos no plano da tela - que dizem estar à 80 metros de distância. A distância é constante e nada mais importa.
Mas o que os olhos vêm na tela [a realidade tridimensional que se tenta representar] deveria convergir em talvez 10 metros de distância, de 60 pés [18mt], 120 pés [36mt], e assim por diante, dependendo da ilusão pretendida. Assim, filmes em 3D nos obrigam a concentrar em uma distância [sempre fixa: a distância a que estamos colocados da tela/ecrã] mas convergem para outra [a distância (profundidade) variável da realidade filmada]. E 600 milhões de anos de evolução nunca apresentaram esse problema antes [ao cérebro]. Todos os seres vivos colocam os olhos sempre, focados e convergentes, no mesmo ponto.
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Se olharmos para o saleiro na mesa, perto de nós, vamos concentrar-nos em seis pés [182cm] e os nossos olhos convergem (tilt in) [movimento descendente] em seis pés. Imagine a base de um triângulo entre os olhos e o vértice do triângulo repousa sobre a coisa que está olhando. Mas, então, ao olhar pela janela e concentrar-se em 60 pés os olhos convergem também para 60 pés. O triângulo imaginário que tem agora "abriu" para que suas linhas de visão sejam quase - quase - paralelos uns aos outros.
Podemos fazer isso. Filmes em 3D não funcionariam se não pudéssemos fazê-lo. Mas é como que estar a bater na cabeça e esfregando seu estômago, ao mesmo tempo: difícil. Assim, o "CPU" do nosso cérebro perceptual tem trabalho duro extra, e é por isso que depois de mais ou menos 20 minutos muitas pessoas têm dores de cabeça. Elas estão fazendo algo para o qual em 600.000 mil anos de evolução não foram preparadas. Este é um problema profundo que nenhuma quantidade de ajustes técnicos pode corrigir. Nada vai corrigi-lo de repente na produção "holográfica" real de imagens.
Conseqüentemente, a edição de filmes em 3D não pode ser tão rápida quanto para filmes em 2D, devido a esta mudança de convergência: é preciso um número de milissegundos para o cérebro/olho "pegar" o que o espaço de cada "disparo" [plano/imagem] é, e ajustar.
E, por último, a questão da imersão. Filmes em 3D lembram ao público que eles estão em um relacionamento "perspectiva" certos para a imagem. É quase um truque brechtiano. Se a história do filme tem realmente agarrado uma audiência na ilusão de que eles estão "dentro" da imagem, em uma espécie de sonho no espaço "sem espaço", uma boa história vai dar-lhe mais dimensionalidade do que a assistência consegue realmente enfrentar.
Portanto: escuro, pequeno, estrábico, induzindo dor de cabeça, alienante. E caro. A pergunta é: quanto tempo vai levar as pessoas a perceberem e ficarem fartos?
Texto original | este post pode ser lido na continução/contradição de "A Transmissão Simbólica: Folheto N.º 8"
PC Jerónimo da Silva

Google god é um ensaio teórico de Ariel Kyrou.
Google pretende ser Deus e pensa ter sido e ser a revelação de todas as relações universais e de todos os conhecimentos.
Google pensa ser um instrumento natural, esquecendo que a cultura não é natural.
Alienação para bem da nação ?
O Humano não é um ser natural, mas cultural em grande parte.
Quem acredita que uma tecnologia possa ser neutra ?
Fonte : O texto de Ariel Kyrou : Google God
Foto : Estatueta de mulher grávida, Santarém / Trésors d'Amazonie ( Télérama hors-série, Março 2005 )
Nuno

Com as marcas de 2460 metros de comprimento, 343 metros de altura, é a maior ponte do mundo já construida.
Pesa 400.000 toneladas, resiste a ventos de 210 kilômetros por hora, custou 300 milhões de euros. Localizada a sudeste da França, supera em altura a célebre Torre Eiffel. Desafiando as leis da física, ultrapassando a dificuldade ortográfica do valle do río Tarn, a ponte tem 2.460 metros de autopista A-75 para descongestionar o tráfego e diminuir em mais de 100 kilómetros a rota que conecta París com o Mediterráneo. Sete países europeos, entre eles Espanha, participaram de sua construção. O desenho da obra é do arquiteto británico Sir Norman Foster.
De autor(es) desconhecido(s)
Com um especial obrigado pelos bons e-mails que me envia, ao Rafael Marcelino.
Ver fotos da construção aqui .
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PC
Vi no blog do JB, e não resisti... ainda me estou a rir, apesar de que na moral da história possa haver algo com pouca, ou graça nenhuma. Apreciem:
PC Jerónimo da Silva
Num estudo publicado em 2007 pelo jornal francês 'Libération', foram dados 46% dos jovens consumidores americanos como nunca tendo comprado um CD de música.
O Compact Disc, que vimos entrar-nos pela casa dentro nos finais dos anos 80, viria ele próprio, em menos de 20 anos, a deixar de ser o símbolo duma tecnologia dominante.
Com o popularizar dos computadores pessoais, que também começam a fazer parte da mobilia em cada vez maior numero de famílias, pela mesma altura, estavam criadas as condições para a decadência no reinado do mercado em suportes digitais, fossem música ou filmes. A “ignição” estava montada, e o rastilho aceso. Mas a “explosão” dá-se com o propagar da internet, e suas plataformas de trocas ou descarregamento de ficheiros, um “trinta e um valente” que se diz ser, o tiro de afundanço nas vendas de CD e DVD.
Tal não era previsível no início, pois contrariamente à cantiga de 79, se o “Video (didn't) Killed the Radio Star”, certo é que: o CD, com a sua sonoridade mais “cristalina”, sem grainhas ou arranhões, mata as cassetes áudio e «aparentemente» arruma com os LP´s de vinil.
No entanto, as aparências iludem e quando poucos o ousariam, eis um ressuscitar do velho e resistente formato: os LP's de vinil!
Sem precisarmos de recuar no tempo, e paradoxalmente, nesta era do XXI já vinha sendo notório, paulatinamente, que os contemporâneos do vinil nunca abandonariam o velho formato, mas o mais curioso (!) , é observar a descoberta de adeptos cada vez mais jovens cuja idade lhes roubou a oportunidade de saborear os ritos envoltos naqueles mistérios encobertos num álbum de 'papelão'.
O ritual que passa pelo tirar da bolacha preta do invólucro, colocar o disco no prato, fazer pontaria na trilha correcta para não falhar o inicio da musica, olhar para a capa e apreciar o grafismo ou a mensagem envolta, a sonoridade dos graves e agudos mais puros, entre tantas outras coisas únicas neste centenário 'formato', são coisas que o CD disfarçaria mas não colmataria.
PC Jerónimo da Silva
publicado no Jornal 'O Portomosense' de 29/04/2010
fontes do texto: excertos de cosmeticas.org
Querido Pai Natal,
Agora que enterramos o Entrudo e as míni ferias dos carnavais, que remédio senão voltar as secretárias para trabalhar, que prolongamentos desta época, é só pelas cadeiras dos cursos de ciências politicas, direitos e justiça, ou jornalismo, da escola Assembleia da República. Já os desgraçados a cursarem cursos médios, curtiram a pausa, mas querem partir para outros trabalhos, ansiando já as loucas e parvas férias de verão...
Por isso, e de muito organizadinhos que somos no curso de COSMéTICAS, este aluno - com alguns anos de curso e as cadeiras de futebóis e futeboladas recentemente concluídas bem como a de cIÊNCIAS rASCAS - te escreve.
Trata-se já da minha carta com pedidos de Natal para este ano, e assim se arruma logo a questão.
Recordar-te, Pai Natal, que aqui no cosméticas não somos propriamente meninos do berçário, há muito que deixamos de chorar em coro, pelo que os brinquedos que te pedia-mos, eram assim mais à séria, que até dão para trabalhar!
Por exemplo, quando faço exercícios para a cadeira de Tecnologias Blogger, lá, do meio das teias de aranha daquela sala em plataforma, conseguimos uma ferramenta de meter inveja.
Dás-me então, e por isso, para esta cadeira 'Bloguesgalhadas do Sapo' que andamos a tirar na Faculdade bloguiana Terrestre um «BOTÃO GUARDAR EM RASCUNHO» , sem ser preciso abandonar a caixa de redacção do post ?
Espera, eu sei que já temos um botão desses... mas eu explico: era só para não termos de andar sempre a fechar, abrir e desfolhar a sebenta, cada vez que queremos nos prevenir de perder o trabalho, e guardar a matéria. Depois a malta facilita, para não ter que esgravatar constantemente no meio de mais de 15/20 apontamentos que estão na sebosa sebenta do Sapo, e pronto, a bateria acaba, ou o paneleiro do Internet explorer crasha , e lá vão horinhas e muitas linhas janela fora.
Era bué da fixe, poder guardar, assim de forma simples , tas a ver?
Automaticamente, de X em X tempo aquilo guardar tudo sozinho, e, MESMO QUE, os posts já tivessem sido publicados anteriormente, pimba, carregar no botão e rascunho na mesma! Se quisermos.
E não me digas que desses brinquedos não há, ó Pai Natal. Qu'es ver que o Blogger descobriu a pólvora, e introduziu-a no meio daquelas teias de aranha ?
Pronto, é isso: Uma sebenta nova, mais evoluída e com bué-da botões para brincar. Que a malta gosta!
Da-ahhh! Mas será possível que estas a ficar velho e patarouco, Pai natal?
Não insistas! Não aceito nada antes, destaques na página principal, que isso é coisa de meninos pequeninos, os do berçário. Isso são outras birras.
Peço-te ferramentas novas, para melhor trabalhar. Pode ser?
Fixe! Obrigado.
MrCosmos
PS: E para o ano que vem adianto-te já que vou pedir uma forma de fazemos e guardarmos um bakup automático de todo o blogue. Não é só segurança, é pode-mos mudar um blogue inteiro com post e comentários, para outro endereço sapo, por exemplo, sem vos andar-mos sempre aí a melgar. O 'Teias de Aranhas' tem...
Se entre homem e mulher, diz o povo, não se mete a colher, já do twitter não se pode dizer o mesmo.
Diz quem viu, e está disponível online, que na hora de beijar a noiva, Dana Hanna, um engenheiro de Maryland, nos Estados Unidos, preferiu actualizar o twitter (!).
Alterar o seu "estado de relação" no facebook e postar a boa nova no twittter, foi a primeira opção, com naturalidade, que nos noivos assumiram após o reverendo os declarar "marido e mulher". Insólito, mas ocorreu no passado dia 21 de Novembro. O vídeo também foi instantaneamente colocado no youtube.
Casamentos gay? Qual quê! Isto é que são modernices, à sec. XXI...
Portanto... «it's official on facebook, it's official in my book - o noivo pode beijar a noiva». Conclui o reverendo para gaudio geral.
Nos habitués votos pelo twitter de boa semana à seg. Feira, nunca esquecemos o nosso presidente e restante grupo que consideramos dever ser preservado e vacinado contra a contaminação do H1N1 :-):
MrCosmos75 wrote (arrotou, em pt):
@presidencia Sr. Presidente, Obrigado por ter condecorado também o nosso Blogue! http://cosmeticas.org. Boa Semana, ao nosso leitor Cavaco!
E foi então depois que me lembrei de acrescentar também ao PR um segundo twitt com os votos que já havia feito ao caro @Luis Castro:
@presidencia PS(D) : Carissimo, isto já mete nojo. Tou breve a saltar do barco antes que afunde. Adios, e holá Madrid, aqui vou eu!
Já Para o Pedro Oliveira:
@povilaforte Os sub13A da ADP são os pequenos terrores do distrito. Jogaste em casa e levaste 4 no saco. :-) Boa semana!
E ainda:
@ruimoura Em que jornada o SLB foi eliminado da Taça de Portugal 09/10? R: http://c9.quickcachr.fotos....
@Maite__Proenca Boa, boa, boa!
@pmmsousa Já viste o DVD de São miguel 2009? E que tal?
@Helderpaulo O que se descobre em PMS :-)
E a quem não podia faltar votos, pois bem precisamos que a semana que corra bem:
@socrates2009 PS(D) : Carissimo, isto já mete nojo. Tou breve a saltar do barco antes que afunde. Adios, e holá Madrid, aqui vou eu!
O que eu passei a gostar do Twitter! O avast! que se cuide!
Benfiquistas ou não, boa semana para vós por aqui também. (São maiores de 18, não são?)
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PS's cor de rosa: @presidencia Sr. PR, Está a reagir bem à vacina antí-H1N1? Diga qualquer coisa, para nós decidirmos se a havemos de tomar ou não... obrigado
@socrates2009 Sr PM, diga-nos PF se está a reagir bem à vacina antí-H1N1? Obrigado, por tamanha bondade em servir de cobaia por Portugal
Cosmeticas.org: por uma verdadeira oposição. Junta-te a este parlamento digital twittando-lhes.