Os mercados não aprovam, os mercados preocupam-se...

E se substituíssemos a palavra mercado por especuladores?

E se substituíssemos a palavra especuladores por falsários?

Talvez fosse mais Claro?

Não acham?

 

Imagem: Vinheta da Bd Tintin:  L'île Noire

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

 

Na entevista dada à revista So Foot, deste mês de Setembro, o escritor,  Rui Zink, releva que em Portugal tudo é pretexto para falar de futebol.

Como aponta Rui Zink, mais é demasiado.

 

Fonte: So Foot, sept 2011, p.124 /  Foto: Porto: Fotografias e texto de Werner Radasewsky e Gunter Scheneider, ed. Nicolai

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

Leiam bem:

 

"45 000 euros por uma refeição em família dá-me vómitos. O que se pode comer pelo equivalente de 45 000 euros? "

Testemunho dum groom

 

Fonte: Revista, Marianne nº 747, ( 13-19 de Ag de 2011), p. 56 / Foto: DadaPortoMaravilha

Nuno

por PortoMaravilha | link do post
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Bruno Nogueira, que já deu provas de ter tudo para talentoso humorista e apresentador, parece que estreou ontem o seu novo programa desta feita em formato 'talk show', RTP 1. Este é mais um daqueles artistas que quer queiram quer não, levarão sempre com o estigma de seguirem as pisadas do 'pai', tempos idos e bastante duradouros: O Grande Herman José.
Não sei como foi, não vi, simplesmente passou-me ao lado nem sei já porque, ou o que faria eu ontem àquela hora do programa em estreia. Mas desde sexta feira passada que me despertara a atenção para a mensagem implícita na foto destaque da revista e agora deste post, o que me levou a pega-la (na revista) de cima da mesa de café e a abri-la, na página respectiva, em cujo enunciado se pode Ler:
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"Em Portugal matam muitos programas à nascença"«
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Na entrevista à "TV" revista suplemento do jornal Correio da Manhã, o apresentador traz à baila o facto  do programa 'Lado B' ser na RTP 1, canal onde se pode trabalhar "sem a meta das audiências". E dei comigo abanando a cabeça, concordando, e recordando o que tenho para mim a propósito do já citado Herman, ou dos actuais agora "Gatos Fedorentos", ao desperceberem precisamente isso, e que ao terem dado o salto da RTP para a SIC (como poderia ter sido para a TVI), iniciaram aí, nesse preciso ponto, o definhar e arrastar, um queimar de imagem até o fatídico dia da falta de paciência para que haja alguém que os ature... (Esperto, esperto, vai sendo o Fernando Mendes, com o canal certo "Preço Certo")
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Voltemos à foto destaque: Espectacular, arte, subliminar! É o que verdadeiramente se pode chamar de "escrita com luz", assumindo aqui a matéria prima (a luz) o papel de tinta, descrevendo as formas e mensagem pelo obturador de uma câmara fotográfica enquanto "esferográfica". Lamento que me desiluda mais uma vez, um meio dos mídia "Grupo Cofina", ao não dar crédito e publicar, como manda a ética do sector,  o nome do autor do disparo, que teria gosto de credita-lo também eu aqui.
O resultado final está a vista, impresso. De tal forma magnifico que fez-me abrir uma revista que me escasseia de crédito, regra geral.
Melhor explicando: a simbiose entre 'o lado b' destacado no rótulo de uma bolacha preta, de um item outrora considerado morto, o vinil, mas agora novamente a entrar em voga conhecendo por esta altura um certo despertar para o milagre da ressurreição, inclusive por cada vez mais adeptos jovens cuja idade lhes roubara a oportunidade a experimentar do ritual envolto naqueles mistérios encobertos por uma rodela de plástico com 12 polegadas, vulgo LP... É coisa louvável, uma boa forma de complementar as ideias que já haviam sido escritas por aqui: ♫  oh vinil: Bem vindo sejas! Again...
PC Jerónimo da Silva
por MrCosmos | link do post

 

 

 

A última obra do fotógrafo Charles Frèger , "Empire " ( editor : Thames & Hudson ) ,  apresenta um inventário de fardas de 17 países.

Para o autor , diplomado das Belas Artes de Rouen , estas fardas "têm um passado histórico". E o que este fotógrafo procura é o olhar.

 

Fonte : Foto : Libération , 9 de Abril de 2010

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

O Amigo PortoMaravilha trouxe aqui ontem um post autêntico! Eu mudava-lhe era o tema, de Bye , Bye Love ... para ♫ Bem vindo sejas! Again...

Como sei que ele não o fará, e bem vistas as coisas, o post dele tem o tema correcto para o seu argumento, portanto, e se queres o tema que dizes, fá-lo tu, ó Mister...

Então, cá vai. Até porque como verão a seguir, PortoMaravilha tirou-me o pão da boca, com o seu post de ontem :-)) .

 

Diz-nos ele, mais tarde, em jeito de comentário:

"Bom o Vinil está a regressar em força nestas terras. Não sei se é por snobismo ou não.
E os gira discos começam a aparecer nos antiquários à grande e à Francesa."

Bem, Mon Cher, é sabido que a França sempre teve uma medida muito "especifica" ou se quiseres, muito "esquisita" na medição de "grandeza", mas o que se está a passar por todo o mundo quanto aos discos de vinil, é um pouco, aliás, é muito, diferente.

O que se está a passar, é um fenómeno sociológico "de escala planetária", apesar de se verificar em pequenos nichos de aficcionados, e está a suceder por todo o lado. Cá é a mesma coisa. E é, ou começou por ser, um fenómeno popular! Mas se os restantes paises quiserem neste concreto, também eles passarem »à Grande e à Francesa!« do c'est tres chique , não vem mal algum ao mundo, pois de facto, compra-los é barato (5,00€  a 12,00€ o disco usado e novos por pouco mais), e saber aprecia-los e ouvilos é de facto um luxo!

(ps:Nuno, tens de vir corrigir este post, pá! O sapo só corrige texto em pt, é mais xenofobo, ainda, que a França... ;-)


Não se trata, acho eu, de snobismos, elitismos, ou do quiçá...

A revolução digital, entra em força nas nossas vidas, ou casas, com o CD-áudio. Seguem-se, mas com 10/15 anos de demora, os DVD's.

E se o "video don't killed the radio star" , certo é que, o CD mata as cassetes audio e os LP´s de vinil; e os DVD's matam o VHS. Logicamente.

 

Este fenómeno de regresso do vinil que se verifica, e em cada vez maior força, tem que ver com, e vai para, muito além da guerra comercial/industrial interceira. Senão,  veja-se! : a forte relutância e incapacidade dos equipamentos digitais vingarem na indústria de produção de cinema a nivel de câmaras/captação, industria essa cuja força, tem o peso de grandes marcas de renome em equipamentos do sector e a qual ainda levará alguns anitos para destronar a película e assim matar um negócio de milhões do sector de produção cinema, ainda baseada na centenária e boa tecnologia de película fotográfica, com os rolos de 35mm. Mas isto já é outro tema, e neste post não queremos inserir a tag "cinema". Voltarei a esta guerrilha da grande tela em altura oportuna.


»Regressando ao vinil!

 

PortoMaravilha tirou-me o pão da boca antes-de-ontem com o seu post, e, ainda bem! Assim inaugurou ele a nossa nova etiqueta: »«.

Já tinha está rubrica pensada a algum tempo, vem do tempo do gERAÇÃO rASCA, e que passará por trazer para aqui alguns temas em vinil, na tentativa de exibi-los o mais integralmente possível... se bem que para pô-los na net, terão de sofrer algum processo de digitalização! Nada que lhe altere as características. Músicas desmaquilhadas, é o que vos prometo para muuuuito breve.

 

 

Foi muito, muito engraçado. Acabara de comprar online esse disco vinil da foto em cima, uma reedição da Rastilho, produtora de Leiria,  do álbum 88 dos xutos (2009 ), e, a seguir, indo fazer a habitual cosmética necessária para publicar (também sou manicures, sim) o post do PortoMaravilha, e dou com esta temática!

 

Já ando à cata de vinil, a maioria em 2ª mão, nas feiras de antiguidades, de à um bom tempo a esta parte. Recentemente "perdi" uma colecção de cerca de 40 álbuns, alguns dificilmente recuperáveis, num vasto mercado que o vinil tem em venda e troca de usados. Pelo que estou a recomeçar minha colecção, e nem me quero lembrar disso  - adiante...

 

Por aqui, Portugal, por Inglaterra, bem como Espanha também já constatei que não, não é uma questão de grandeza ou snobismo. Eu, pelo menos à 15 anos, que já lá vão, que me deu as saudades, (saudosismo acho que não, pois o vinil tinha deixado as prateleiras das lojas à ainda relativamente pouco tempo) saudades de para além de cumprir o tal ritual que se fala na peça do video no post de ontem: o tirar a bolacha preta do invólucro, colocar o disco no prato, fazer pontaria na trilha correcta para não falhar o inicio da musica, ou então, eu gramo bué, (com um prato de tração motor central, em vez de tracção por correia que são mais comuns e frágeis) aquele gosto único de parar o prato a tocar para confirmar o nome da música, ou duração, na etiqueta central da bolacha preta com 12 polegadas, entre tantas outras coisas únicas num disco de vinil.... pode até ser viciante, cuidado.

Com um prato de motor central, em vez de motor lateral e correia de tracção, podes de facto parar o prato em andamento, não danifica, Podes com ele parado, pousar a agulha na trilha mais facilmente, e ao largares o parto, ele assume a rotação certa, mesmo a mais baixa 33RPM, em menos de 1 segundo. "Motor central" trata-se de uma aplicação pensada para os pratos de Disck Jokeys.

Não foi só o som que modificou, com a entrada do CD na recta final do século XX. Tudo o que é digitalizado é mais maquilhado. O CD Audio, tem um som mais "limpo, sim, sem grainhas e tudo, mas não tem a »pureza de som, candura essa que sobretudo se reflete a "ouvido nu" pelos graves e agudos projectados nos altifalantes, bastando tratar-se de um disco vinil
de qualidade mediana, e um prato "razoável", para o tocar.

Também a imagem digital é mais maquilhada que a analógica. O digital apura e mostra muito mais detalhe, e a questão é mesmo essa, estranha-se (depois entranha-se) porque a olho ou ouvido nu, quando olhamos à nossa volta, esses detalhes não são flagrantemente visíveis ou audíveis, como num ecrã de nossas salas, ou numa aparelhagem estereofónica.

O Digitalizar, é um tratamento de COSMéTICA. É maquilhagem! Mas há quem goste mais DELAS desmaquilhadas, ao natural... Eu gosto!

 


PS: Apreciei o gesto espontâneo do Senhor Nuno, pelo que alio-me nessa de acrescentar a assinatura nos textos. E se para apresentações gosto de dar e que me tratem pelos nomes próprios, já para outras circunstâncias prefiro deixar os apelidos.

PC Jerónimo da Silva

por MrCosmos | link do post
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