Lorsque la mémoire nous fait être Humanité !

"Sous l'apartheid, nous n'étions pas assez blancs et maintenant nous ne sommes pas assez noirs."

Des mots d'un métis habitant Le Cap.

 

Et des mots d'un narrateur angolais :

"Je suis né dans la région de Gabela, le pays du café. J'ai reçu la couleur noire de ma mère qui a été melangée à celle de mon regretté père, un commerçant portugais. Je porte en moi ce qui est inconciliable et cela est ma force. Dans un univers qui ne comprend que le oui ou le non, le blanc ou le noir,  je représente le peut être. "

 

Textes : Libé, 4 juin 2010, p. 9 et Mayombe, Pepetela, ed.70, p.16

Image : Reproduction, toile : Mestiço, Cândido Portinari, 1934

Nuno

 

 

 

 

Quando a memória nos faz ser Humanidade !

" Debaixo da apartheid não éramos suficientemente brancos e agora não somos suficientemente negros. "

Palavras dum mestiço que mora no Cabo.

 

E agora palavras dum narrador Angolano:

" Nasci na Gabela, na terra do café. Da terra recebi a cor escura do café, vinda da mãe, misturada ao branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num universo de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez "

 

Textos : Libération, 4 de Junho de 2010, p.9 e Mayombe, Pepetela ed. 70, p. 16

Imagem : Reprodução, Óleo sobre Tela, Mestiço, Cândido Portinari, 1934

Nuno

Lorsque la mémoire nous fait être Humanité !

"Sous l'apartheid, nous n'étions pas assez blancs et maintenant nous ne sommes pas assez noirs."

Des mots d'un métis habitant Le Cap.

 

Et des mots d'un narrateur angolais :

"Je suis né dans la région de Gabela, le pays du café. J'ai reçu la couleur noire de ma mère qui a été melangée à celle de mon regretté père, un commerçant portugais. Je porte en moi ce qui est inconciliable et cela est ma force. Dans un univers qui ne comprend que le oui ou le non, le blanc ou le noir,  je représente le peut être. "

 

Textes : Libé, 4 juin 2010, p. 9 et Mayombe, Pepetela, ed.70, p.16

Image : Reproduction, toile : Mestiço, Cândido Portinari, 1934

Nuno

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